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	<title>Lojas Virtuais Liquida Web. Crie sua Loja virtual completa.</title>
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	<description>Lojas virtuais Liquida Web. Adesão Grátis, mais de 10 formas de pagamento e hospedagem inclusa. Adquira já a sua loja virtual e comece a vender.</description>
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		<title>A lei da Relevância na comunicação empresa-consumidor</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 20:41:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liquida Web</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade On-line]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[relevância]]></category>

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		<description><![CDATA[Em cena do célebre filme O Nome da Rosa, o personagem de Sean Connery descobre uma biblioteca secreta no convento onde estava: o acesso à informação era algo quase que pecaminoso. Felizmente, esse tempo já acabou. Ao contrário do que ocorria até alguns anos atrás, o problema pelo qual passamos hoje não é mais o difícil acesso à informação, mas sua sobrecarga.

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-331" title="comunic" src="http://www.liquidaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/10/comunic.gif" alt="comunic" width="521" height="307" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em cena do célebre filme O Nome da Rosa, o personagem de Sean Connery descobre uma biblioteca secreta no convento onde estava: o acesso à informação era algo quase que pecaminoso. Felizmente, esse tempo já acabou. Ao contrário do que ocorria até alguns anos atrás, o problema pelo qual passamos hoje não é mais o difícil acesso à informação, mas sua sobrecarga.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-328"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os estimados 100 bilhões de neurônios de que dispomos parecem não ser suficientes para armazenar a quantidade de informações que recebemos dia a dia. O excesso de estímulos pelos quais passa nosso cérebro confunde o hipocampo &#8211; região onde acontece o processo de memorização e, com isso, fica cada vez mais difícil as informações serem armazenadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante de tantas informações, como conseguimos lidar com todos esses dados? Simples: ignorando a maioria deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Conhecido como Lei de Miller, um artigo proposto em 1956 pelo psicólogo norte-americano George Miller revela que nosso cérebro só consegue se concentrar em cinco a nove informações por vez.</p>
<p style="text-align: justify;">A exposição a que somos submetidos diariamente já passou desse limite há vários anos. Diante desse fato, como um mecanismo de defesa, nosso cérebro, anestesiado, ignora e descarta tudo o que não gera profundo interesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa &#8220;crise de atenção&#8221; é um fenômeno cada vez mais comum nas grandes cidades. Fato preocupante para anunciantes, obriga agências a se desdobrarem das maneiras mais insólitas para a veiculação de uma mensagem e para se fazerem notar. É lógico que as ações advindas do desejo de ser notado geram peças publicitárias maravilhosas e outras de gosto bem duvidoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas empresas ainda insistem em veicular anúncios na internet que interrompem bruscamente nossa navegação e nos fazem fechar pop-ups ou ignorar mensagens pela raiva de não ter o nosso simples desejo de navegar e ler em paz o conteúdo que nos interessa.</p>
<p style="text-align: justify;">O marketing de interrupção, assim chamado por Seth Godin, está obtendo cada dia resultados menos expressivos. Uma nova maneira de abordagem começa a ser necessária, e essa se chama marketing de permissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Intrometer-se entre a vontade do consumidor de ver um determinado conteúdo e o próprio conteúdo, como fazem pop-ups, comerciais de TV, comerciais de rádio, anúncios em páginas de revistas e outros meios, estão surtindo um resultado cada vez menor.</p>
<p style="text-align: justify;">Parece um caminho sem volta &#8211; quanto mais nos esforçamos para que o consumidor nos enxergue, mais geramos ruído na comunicação e tornamos cada vez mais difícil nos fazermos notar. A solução, porém, pode ser mais simples do que parece.</p>
<p style="text-align: justify;">O princípio para driblar a &#8220;crise de atenção&#8221; reside em veicular aos consumidores a mensagem certa, exclusivamente confeccionada para seus desejos e suas necessidades, no momento adequado e no lugar certo. A palavra-chave é &#8220;relevância&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeira instância, pode parecer complexo cumprir a exigência de não interromper o usuário em sua navegação e apresentar somente anúncios relevantes e de seu interesse. Isso é ainda mais desafiador se não dispusermos de um poderoso database marketing ou um complexo sistema de CRM, completamente integrados aos sistemas de sua empresa. Felizmente, com a economia digital e seu representante mais legítimo, a internet, satisfazer seus consumidores hoje é tecnologicamente acessível e possível a anunciantes de todos os portes. Desse modo, acessível não quer dizer realizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada pior para um anunciante do que o consumidor esquecer-se de seu caro e esmerilhado anúncio. Com a quantidade de estímulos a que somos expostos a todo momento, isso não é tão incomum. Isto considerando-se que a humanidade produziu nas últimas três décadas mais informações do que nos últimos cinco mil anos. O dado é preocupante para quem quer fazer com que uma mensagem destaque-se em meio ao caos de dados que trafega bem diante de nosso nariz.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a sociedade digital e suas ferramentas, o processo de produção e armazenamento de informações foi levado ao extremo. Processadores são substituídos com a mesma rapidez com que um chinês compra um celular, sempre nos deixando com a desagradável sensação de &#8220;tem-uma-festa-melhor-em-outro-lugar&#8221;. De acordo com o fundador da Intel, Gordon Moore, &#8220;a capacidade de processamento dos computadores dobra a cada 18 meses&#8221;, o que ficou conhecido como Lei de Moore &#8211; a previsão de avanço tecnológico que tem se mantido mais fiel à realidade das últimas décadas. Uma observação interessante é que Moore propôs essa lei em abril de 1965, e parece ser bem válida até o momento.</p>
<p style="text-align: justify;">O reflexo da citada lei em nosso cotidiano é gritante. Quanto maior a capacidade de processamento dos computadores, maior também a capacidade de guardar informações e despejá-las em nossa rotina &#8211; informações para todos os gostos e de todos os tipos. O consumidor hoje recebe mais informações do que pode assimilar ou lembrar. A atenção virou uma commodity escassa, simplesmente porque há estímulos em demasia concorrendo por ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Na mais clara aplicação da lei de oferta e demanda, o consumidor escolhe aquelas que deseja e desdenha as demais, que se esfalfam para chamar sua atenção em vão. Há muitas informações, contudo, o tempo para processá-las continua o mesmo: o cérebro, asfixiado diante de tão grande volume de estímulos, opera em percepção seletiva e só retém a pequena quantidade que parecer relevante. Em vista disso, agências e empresas devem perceber que o nome do jogo mudou e a relevância se tornou a palavra de ordem &#8211; bom para a agência, bom para o consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">Por: <strong>Conrado Adolpho</strong> é palestrante, especialista em marketing digital e escritor. Sua formação vem de faculdades como ITA e Unicamp. Atualmente é diretor da Publiweb &#8211; Marketing e Consultoria Digital. www.conrado.com.br</p>
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		<title>Vendas das lojas virtuais para o Dia das Crianças devem crescer 25% este ano</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 18:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liquida Web</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade On-line]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[O faturamento das vendas das lojas virtuais devem crescer 25% no Dia das Crianças, em relação à data de 2008, passando de R$ 359 milhões para R$ 449 milhões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-326" title="crianca2" src="http://www.liquidaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/10/crianca2.jpg" alt="crianca2" width="321" height="313" /></p>
<p style="text-align: justify;">O faturamento das vendas das lojas virtuais devem crescer 25% no Dia das Crianças, em relação à data de 2008, passando de R$ 359 milhões para R$ 449 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-323"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O período de pico na data sazonal vai de 28 de setembro até 11 de outubro, assinala a e-bit.</p>
<p style="text-align: justify;">O diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, comenta que o mercado aguarda esse tipo de data para impulsionar as vendas online. “O Dia das Crianças tem um bom apelo para promoções, já que hoje em dia os filhos pedem a seus pais produtos de maior valor agregado, como artigos de informática, eletrônicos e vídeogames”.</p>
<p style="text-align: justify;">O tíquete médio no Dia das Crianças deve chegar a R$ 340, o que representará um crescimento nominal de 7% aos R$ 318 registrados em 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">Já os produtos preferidos pelas crianças devem ser computadores, notebooks, vídeogames e aparelhos MP3 e MP4. No entanto, observa a e-bit,. a categoria Brinquedos não pode ser deixada de lado e deve ocupar um lugar significativo no ranking das mais vendidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Por: Liquida Web</p>
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		<title>Principais erros em um e-commerce</title>
		<link>http://www.liquidaweb.com.br/index.php/2009/10/05/principais-erros-em-um-e-commerce/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 21:14:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liquida Web</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[erros]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesmo hoje, com o comércio eletrônico em alta já há vários anos, ainda encontramos, e em grandes volumes, erros em lojas virtuais - desde pequenas lojas até as maiores do país. Na maioria são erros básicos, que se fosse dada maior atenção não aconteceriam. Nas pequenas lojas os erros são mais comuns, pois se usam muitos sistemas prontos de lojas virtuais que já contêm os erros - que vão do layout até as boas praticas de SEO. Minha idéia era escrever sobre os 10 maiores erros em sites de e-commerce e como evitá-los. Mas, ao começar a lista-los, percebi que não poderia falar apenas de 10, já que existiam outros igualmente graves.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-317" title="erro" src="http://www.liquidaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/10/erro.jpg" alt="erro" width="300" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo hoje, com o comércio eletrônico em alta já há vários anos, ainda encontramos, e em grandes volumes, erros em lojas virtuais &#8211; desde pequenas lojas até as maiores do país. Na maioria são erros básicos, que se fosse dada maior atenção não aconteceriam. Nas pequenas lojas os erros são mais comuns, pois se usam muitos sistemas prontos de lojas virtuais que já contêm os erros &#8211; que vão do layout até as boas praticas de SEO. Minha idéia era escrever sobre os 10 maiores erros em sites de e-commerce e como evitá-los. Mas, ao começar a lista-los, percebi que não poderia falar apenas de 10, já que existiam outros igualmente graves.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-315"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Erros comuns em E-commerce:</p>
<p style="text-align: justify;">Domínio inadequado: Literalmente vou começar do começo. Um bom domínio que descreva o mercado em que você atua certamente lhe trará muitos acessos, tanto pelo modo direto como em resultado de buscas naturais. Evite domínios que não tenham ligação direta com os produtos que você vende, pois perderá espaço para concorrência.</p>
<p style="text-align: justify;">Layout poluído: Muitos e-commerces apresentam um layout muito poluído de várias maneiras: alguns por excesso de banners e outros por excesso de produtos. Procure utilizar um banner único que apresente as promoções da loja, que provavelmente será em flash, e escolha uma área, de preferência do lado direito do site, para colocar pequenos banners estáticos. Evite que os banners fiquem misturados com as opções do menu. Os produtos devem ter uma boa apresentação na capa do site, pois você terá poucos segundos para convencer o usuário a explorar a sua loja. Por isso é melhor ter uns 12 produtos bem apresentados do que 60 com uma apresentação ruim, e também pode passar a sensação de que o site é amador.</p>
<p style="text-align: justify;">Sistema de busca ineficaz: Deixe visível o local onde se faz a busca pelos produtos ou serviços do seu site, coloque também filtros que facilitam as buscas. Por exemplo, se sua loja vende CDs pode ter um filtro dos mais vendidos, mais buscados, mais barato etc&#8230; Facilite a vida do usuário que ele irá navegar muito pelos seus produtos.<br />
Produtos sem imagens ou imagens pequenas: Pode haver desistência de compra caso o produto não tenha foto ou tenha somente uma foto e ainda de baixa resolução. O usuário pode preferir comprar o mesmo produto em outra loja que apresente melhores fotos.</p>
<p style="text-align: justify;">Descrição pobre: É o mesmo que acontece no item acima. Coloque uma descrição rica em informações, porém seja objetivo, evite informações desnecessárias, ou, como diz o ditado popular, evite encher linguiça. O usuário quer informações diretas do produto, então forneça com clareza o que ele procura.</p>
<p style="text-align: justify;">Produto sem preço: Para mim, um dos maiores desperdícios de dinheiro e de tempo é criar uma loja para a qual o usuário precisa mandar um e-mail ou telefonar para saber o preço de um determinado produto. Opinião própria: quando vejo um site que tem o produto que quero e no lugar do preço há um botão escrito consulte, eu saio imediatamente, por vários motivos. Um deles é que eu penso que o produto deve ser muito caro para não ter o preço colocado no site, então evite expor um produto cujo valor não será informado. Vai por mim, opinião de consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">Falta de estoque: É decepcionante para qualquer usuário fazer uma busca no site e ver logo nos primeiros resultados &#8220;produtos sem estoque&#8221;, ou que vão demorar para chegar, ou, pior ainda, não há previsão. Mantenha seu estoque em dia, e crie um algoritimo que faça os produtos sem estoque serem os últimos no seu resultado de busca.</p>
<p style="text-align: justify;">Cores negativas para ações positivas: É um dos erros mais comuns, desde pequenas até grandes lojas. Colocar cores vermelhas, pretas e laranja em botões e links para ações como Comprar, Matricular, Avançar, Finalizar Cadastro etc&#8230; Este tipos de cores inconscientemente nos lembram de ações de Perigo, algo que seja errado ou que nos fazem ficar em alerta. É justamente o oposto disso que queremos que o usuário sinta ao fazer uma compra na loja, então use cores que façam ele ter vontade de clicar, cores como verde ou azul. Pode parecer brincadeira, mas é verdade, isso vai ajudar nas suas vendas.</p>
<p style="text-align: justify;">Cadastro extenso: É outro complicador no momento da compra. Apresente o cadastro em partes se for possível, solicitando inicialmente nome, e-mail e senha, e em outra tela apresente um cadastro mais completo. Assim, o cliente se sente mais à vontade, ao contrário do que acontece quando ele encontra de cara um formulário muito extenso, solicitando várias informações desnecessárias, o que pode assustá-lo e fazê-lo desistir da compra.</p>
<p style="text-align: justify;">Falta de opções de contato: Deixe visíveis em todas as páginas do site as opções de contato para que o cliente possa usar quando ele achar melhor. Evite concentrar o link de contato em apenas uma página, pois você não sabe quando o usuário vai querer utilizar. Tenha no mínimo um formulário de contato &#8211; digo isso, pois muitas lojas sequer têm um formulário de contato &#8211; e não use o link mailto, pois muitos usuários não usam programa local de e-mail. Sem contar que muitas lojas virtuais não respondem aos e-mails enviados ou demoram muito a responder.</p>
<p style="text-align: justify;">Acesso ao carrinho de compras: Deixe de forma clara e visível a informação de que o cliente já colocou no carrinho de compras e quanto ele terá que pagar. A falta da informação e do link do carrinho de compras na tela também dificulta o retorno para a página de finalização de pedido.</p>
<p style="text-align: justify;">Falta de projeto de SEM e Marketing: Não tem coisa pior para uma loja virtual que ficar fora dos primeiros resultados de busca quando procuram por produtos que elas vendem. Posso dizer que muitas lojas hoje vendem até mais que 50% dos seus produtos pelo bom posicionamento no resultado orgânico e também por uma boa campanha de PPC. De que adianta uma loja com ótimos produtos e preços se ninguém sabe que ela existe? Uma boa campanha de marketing vai ajudar e muito a divulgar o seu negócio. Seo + PPC hoje é fundamental para o crescimento de vendas.</p>
<p style="text-align: justify;">É isso, pessoal, quando for montar um e-commerce, lembrem-se de todos estes erros que já foram e ainda são cometidos. Como minha mãe dizia, é melhor apreender com os erros dos outros. Caso sua loja apresente alguns destes erros, procure corrigir, pode ter certeza que só ajudara a melhorar as vendas.</p>
<p style="text-align: justify;">Por: <strong>Djavan Souto Loureiro</strong> é formado em Tecnologia em Desenvolvimento Web. Iniciou sua carreira em web em 2003 gerenciando trabalhos em várias áreas do desenvolvimento web e arquitetura da informação. Já foi webDesigner, desenvolvedor .NET e desde 2007 estuda a área de SEO. Atualmente é Arquiteto SEO-SEM do Portal Educação (www.portaleducacao.com.br). Possui um blog, que não é específico sobre SEO (www.conversaderoda.com.br) e também está no Twitter (@djavanloureiro).</p>
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		<title>Vendendo roupas pela internet</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 18:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liquida Web</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>
		<category><![CDATA[vestuário]]></category>

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		<description><![CDATA[O segmento vestuário sempre foi alvo de ceticismo no que se refere às vendas on-line. A dúvida se baseava na suposta necessidade do cliente de tocar e sentir o material (touch and feel), além da questão da numeração imprecisa (sizing). Hoje, passados alguns anos de amadurecimento do e-commerce, é possível termos uma visão mais clara da questão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-312" title="roupa" src="http://www.liquidaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/09/roupa.gif" alt="roupa" width="340" height="310" />O segmento vestuário sempre foi alvo de ceticismo no que se refere às vendas on-line. A dúvida se baseava na suposta necessidade do cliente de tocar e sentir o material (touch and feel), além da questão da numeração imprecisa (sizing). Hoje, passados alguns anos de amadurecimento do e-commerce, é possível termos uma visão mais clara da questão.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-311"></span></p>
<p style="text-align: justify;">No que se refere à necessidade de tocar o material, a experiência mostra que embora o consumidor goste de “sentir” o produto, o que é natural já que ele sempre fez isso nas lojas físicas, as vantagens da conveniência e também de custo compensam essa deficiência. Some-se a isso o fato de que as compras muitas vezes são recorrentes em termos de marca ou fornecedor o que garante maior confiabilidade, ou seja, o usuário compra determinada marca de camisa pela Internet e sabe que o produto é boa qualidade por que já comprou várias vezes a mesma marca, ou compra roupas e acessórios da loja x, porque sempre comprou lá e sabe que os produtos são de boa qualidade. </p>
<p style="text-align: justify;">Quando se trata da numeração nós temos um complicador aqui no Brasil que é a ausência de padronização da indústria. O problema pode ser exemplificado assim: o usuário calça sapatos tamanho 40, no entanto, dependendo do fabricante, o 40 é muito apertado e o 41 fica melhor. Naturalmente, se o usuário não conhecer a marca corre o risco de comprar algo pela Internet e ter que trocá-lo posteriormente. Veja que estamos tratando aqui de um problema que não é do e-commerce em si, mas da indústria que precisa seguir parâmetros mais rígidos de numeração.</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos de mercado, dados recentes da empresa de consultoria eBit mostram que produtos como: sapatos, tênis, roupas esportivas, roupas íntimas, camisetas, são adquiridos por cerca de 11% dos consumidores on-line. Isso mostra que vestuário também se vende pela Internet, mas mostra também que ainda se vende menos por aqui do que nos Estados Unidos onde o segmento é um dos líderes. Para os lojistas do ramo é muito provável que num futuro próximo o segmento se torne mais representativo também por aqui e os principais fatores que levarão a isso são os seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;">Padronização rígida dos tamanhos seguindo padrões internacionais. Em algum momento isso deverá ocorrer, principalmente se considerarmos que a expansão do comércio internacional decorrente da globalização também exige esse aprimoramento.</p>
<p style="text-align: justify;">Maior familiarização do consumidor com a compra on-line de vestuário. Isso exige a confiança de que o produto atenderá a expectativa em termos de qualidade e ocorre naturalmente, à medida que o consumidor tem experiências positivas com lojas de sua preferência.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprimoramento das lojas virtuais de vestuário. As lojas devem oferecer ferramentas mais avançadas de interação com o produto de  forma a possibilitar ao usuário uma melhor percepção do que efetivamente ele receberá. Por exemplo, algumas lojas permitem que o usuário faça o up-load de sua foto e sobreponha a ela imagens dos produtos que está &#8220;experimentando&#8221; de modo que ele possa ter uma idéia melhor de como ficará o resultado. Isso dá mais segurança ao usuário e aumenta a taxa de conversão em vendas.</p>
<p style="text-align: justify;">
Por: Dailton Felipini é mestre e graduado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. Professor de comércio eletrônico na Universidade Mackenzie</p>
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		<title>A Magia da Gratuidade</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 20:21:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liquida Web</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Na esquina próxima a minha casa, assim como em milhares de esquinas de São Paulo, existe uma banca de jornal. Mas embora eu passe em frente a ela quase todos os dias e seja um leitor contumaz, não paro por lá e ando duas quadras a mais para comprar o que desejo na próxima banca. A razão para isso é simplesmente o fato de que sou um irremediável folheador de jornais e revistas e gosto de vasculhar todo o estoque antes de decidir o que levar, e se vou levar algo. O dono da primeira banca não gosta que seus clientes folheiem os jornais, já o segundo, não só aceita isso, como me estimula mostrando novas publicações e puxando conversa sobre assuntos que estão na imprensa. O resultado prático disso é que a banca mais próxima de minha casa não vende para mim e a banca mais distante vende de forma corriqueira.    ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-287" title="GRATIS" src="http://www.liquidaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/09/GRATIS1.JPG" alt="GRATIS" width="300" height="111" />Na esquina próxima a minha casa, assim como em milhares de esquinas de São Paulo, existe uma banca de jornal. Mas embora eu passe em frente a ela quase todos os dias e seja um leitor contumaz, não paro por lá e ando duas quadras a mais para comprar o que desejo na próxima banca. A razão para isso é simplesmente o fato de que sou um irremediável folheador de jornais e revistas e gosto de vasculhar todo o estoque antes de decidir o que levar, e se vou levar algo. O dono da primeira banca não gosta que seus clientes folheiem os jornais, já o segundo, não só aceita isso, como me estimula mostrando novas publicações e puxando conversa sobre assuntos que estão na imprensa. O resultado prático disso é que a banca mais próxima de minha casa não vende para mim e a banca mais distante vende de forma corriqueira.          <span id="more-282"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A diferença entre as duas situações é a atitude de cada empresário. O segundo, intuitivamente ou por experiência, entende a importância de se investir no cliente oferecendo-lhe algo associado ao seu produto de forma gratuita, pois ele sabe que a partir daí vai se criar um relacionamento que, mais cedo ou mais tarde, vai gerar uma ou muitas vendas recorrentes.  No exemplo citado, o que foi oferecido gratuitamente foi simplesmente a atenção do empresário e a liberdade dada ao cliente de se sentir dono do espaço e poder vasculhar o estoque da forma que quiser e por quanto tempo quiser. No entanto, poderia se tratar de qualquer outra coisa como um pequeno presente ou amostra de produto.</p>
<p style="text-align: justify;">A prática de se oferecer algo grátis ao cliente é antiga no comércio tradicional, onde sempre funcionou muito bem. No comércio eletrônico que se disseminou a partir da universidade, um ambiente onde a gratuidade é comum, essa estratégia também se mostra extremamente eficaz. Ela é a base do chamado Marketing Viral, ação de se colocar algo na rede que seja de grande interesse e útilidade e seja gratuita, de tal maneira que as próprias pessoas se encarreguem de sua distribuição. Um exemplo clássico disso é o hotmail, o serviço de email gratuito que se espalhou pela rede como um vírus, e cada novo email enviado, seguia junto a publicidade, o que significava mais pessoas que tomavam conhecimento do serviço, realimentando uma progressão geométrica de crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O Google é outro grande exemplo de empresa que faz da gratuidade quase que uma filosofia de vida. Começou oferecendo um serviço gratuito de busca de informação, de qualidade superior e hoje é a líder absoluta no setor em todo o mundo.  Durante anos atuou no vermelho, mas cativou milhões de usuários aprimorando constantemente a qualidade de seus serviços, sempre de forma gratuita. Atualmente, o Google vale algumas centenas de bilhões de dólares e fatura milhões com anunciantes que querem chegar até os seus usuários.  Boa parte dessa receita é utilizada para desenvolver ou comprar novas soluções que serão oferecidas à empresas e usuários, sempre gratuitamente. É o caso do “Google analytics”, uma excelente ferramenta de análise de visitação e desempenho de sites que antes de ser adquirida, era muito bem paga pelas empresas que necessitam desse serviço. Na realidade, o Google oferece tantos serviços gratuitos aos seus usuários e com tal frequência que fica difícil acompanhar e utilizar todos eles. .</p>
<p style="text-align: justify;">Como modelo de empresa de sucesso na nova economia o Google segue os seguintes princípios: primeiro ofereça gratuidade, em seguida estabeleça um bom relacionamento estimulando a fidelização e, finalmente, disponibilize seus serviços pagos para quem se interessar.  O empreendedor que entender e souber colocar em prática essa lógica tem boas chances de se dar bem na Internet</p>
<p style="text-align: justify;">Por: <strong>Dailton Felipini</strong> é mestre e graduado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. Professor de comércio eletrônico na Universidade Mackenzie. Pesquisador, especialista em e-commerce, consultor e editor do site <a href="http://www.e-commerce.org.br/">www.e-commerce.org.br</a>.</p>
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		<title>Um trilhão de páginas! Haja marketing digital.</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 19:13:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liquida Web</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade On-line]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Um trilhão! Este é o número de páginas da Web indexadas pelo Google, segundo informações da própria empresa.  Mas vamos ser conservadores e imaginar que o número real seja apenas um por cento disso, ou seja, dez bilhões de páginas! Mesmo assim, é uma quantidade gigantesca, o que nos leva a uma pergunta crucial: como fazer para que um site seja encontrado em meio a esse oceano de concorrentes? Vamos ver quais são os prós e contras das principais estratégias de marketing digital.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-275" title="mkt" src="http://www.liquidaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/09/mkt.jpg" alt="mkt" />Um trilhão! Este é o número de páginas da Web indexadas pelo Google, segundo informações da própria empresa.  Mas vamos ser conservadores e imaginar que o número real seja apenas um por cento disso, ou seja, dez bilhões de páginas! Mesmo assim, é uma quantidade gigantesca, o que nos leva a uma pergunta crucial: como fazer para que um site seja encontrado em meio a esse oceano de concorrentes? Vamos ver quais são os prós e contras das principais estratégias de marketing digital.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-274"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inserção nos sites de busca.<br />
</strong>Essa continua a ser a mais importante e a mais barata forma de divulgação na Web, afinal, quem mais poderia encontrar sua página em meio a bilhões de outras, senão um site de busca como o Google? A otimização de sites é trabalhosa e exige conhecimento, além disso, a competição pelo topo é cada vez mais intensa. No entanto, uma posição top 10 (primeira página) no Google pode significar milhares de visitantes por dia sem nenhum custo direto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E-Mail Marketing<br />
</strong>O uso do email continua sendo a atividade preferida dos internautas e um bom trabalho de email marketing pode trazer muitos visitantes para o site. O complicador dessa estratégia continua sendo o famigerado spam que força os provedores a dificultarem o acesso ao Internauta, não somente por parte dos spammers, mas também dos comerciantes sérios que desejam se comunicar com seus próprios clientes. O envio regular de uma newsletter , embora demande a renovação freqüente de conteúdo, causa um excelente retorno em termos de fidelização e branding.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Anúncios em Banners &#8211; pay per view�<br />
</strong>A grande dificuldade de se anunciar nesse sistema é uma relação custo/benefício geralmente desfavorável para o pequeno anunciante. Além disso, essa estratégia passou a perder espaço para o sistema pay per click, mais vantajoso em termos de controle e de resultados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Anúncios em links patrocinados &#8211; pay per click<br />
</strong>O sistema de anúncios PPC, pagamento por clique, representam a evolução dos anúncios na Internet. A estratégia tem como grande vantagem um melhor custo/beneficio e uma grande facilidade de gerenciamento, mas pode não ser viável para produtos de baixo valor unitário ou de baixa taxa de conversão em razão da dificuldade de se atingir o ponto de equilíbrio entre o custo do clique e o lucro obtido com a venda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Programa de afiliados<br />
</strong>É uma ótima maneira de se gerar vendas e deve se consolidar no Brasil, assim como ocorreu em outros países. O empecilho ainda é a inexistência de software de gerenciamento de afiliados, ou provedores desse tipo de solução no mercado nacional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Marketing Viral</strong><br />
É bastante interessante para produtos que ofereçam algum tipo de apelo que possa instigar o interesse dos internautas. Exige competência e muita criatividade, mas pode representar uma grande sucesso para produtos específicos, como ocorreu com o hotmail , por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Redes Sociais<br />
</strong>É a mais recente novidade do marketing digital e faz todo sentido na medida em que as redes sociais como Orkut, Facebook, Twitter, My space, entre outras, são o ponto de encontro das pessoas na era da Internet. Mas é necessário ainda um tempo de maturação, com mais experiências bem sucedidas, para que se desenvolvam as melhores práticas no setor.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante frisar que uma mesma estratégia pode propiciar resultados diferentes, conforme o segmento de atuação e produtos comercializados, portanto, todas as estratégias devem ser testadas até se descobrir as mais viáveis em cada caso. O importante é que não faltam alternativas intessantes de marketing digital para que o empreendedor consiga trazer muitos visitantes para o seu site.</p>
<p style="text-align: justify;">Por: Dailton Felipini é mestre e graduado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. Consultor, especialista em e-commerce, palestrante editor do site <a href="http://www.e-commerce.org.br/">www.e-commerce.org.br</a> .</p>
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		<title>Você se preocupa com o fechamento de compra?</title>
		<link>http://www.liquidaweb.com.br/index.php/2009/09/23/voce-se-preocupa-com-ofechamento-de-compra/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 20:33:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liquida Web</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[lojavirtual]]></category>

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		<description><![CDATA[Quantos visitantes de sua loja chegam até o carrinho de compras? Destes quantos prosseguem? Quanto tempo de seu trabalho você investe analisando a interação dos visitantes com o carrinho e fechamento de  compra?

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-268" title="compra2" src="http://www.liquidaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/09/compra2-150x150.jpg" alt="compra2" />Quantos visitantes de sua loja chegam até o carrinho de compras? Destes quantos prosseguem? Quanto tempo de seu trabalho você investe analisando a interação dos visitantes com o carrinho e fechamento de  compra?</p>
<p><span id="more-266"></span><br />
Estas são perguntas que a maioria não sabe responder por que o fechamento de compras para a maioria das equipes de loja online é algo estático e que não precisa de tanta atenção. Mas, o carrinho e fechamento de compra devem ser constantemente analisados e discutidos entre a equipe a fim de sempre atender de maneira melhor o visitante que esta se transformando em um cliente.</p>
<p>O fechamento perfeito é o que o visitante que nunca comprou em sua loja consiga realizar a compra instintivamente sem precisar ler praticamente nada. Para isso, pense assim, onde meus visitantes costumam comprar? Quais são as lojas que vendem mais do que eu que atendem meus futuros clientes?</p>
<p>Estas perguntas farão você analisar como estas outras lojas encaminham seus clientes do carrinho até o pagamento, com isso você tem como atender de maneira similar seus clientes e provavelmente já investiram tempo aprendendo a comprar nas outras lojas e já saberão comprar tranquilamente em sua loja.</p>
<p>Quantas etapas do carrinho até a confirmação de compra existem em sua loja? Você consegue saber quantos visitantes acessam cada página e quantos vão desistindo no meio do caminho? Se não consegue, a sugestão é que você faça uma boa instalação do Google Analytics em sua loja e acompanhe o funil de vendas, com isso você terá os números do que esta acontecendo e poderá fazer alterações para melhorar o desempenho de cada página, para isso vou indicar outro sistema do Google que é o Google Optimizer com ele você consegue realizar testes tem tempo real e o Google analisa realmente qual foi à melhor solução.</p>
<p>Agora é com você, para o que ainda não conhecem os números acredito que irão se surpreender com a quantidade de dinheiro que estão perdendo.</p>
<p>Por: Liquida Web</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Você conhece todos os números da sua loja?</title>
		<link>http://www.liquidaweb.com.br/index.php/2009/09/22/voce-conhece-todos-os-numeros-da-sua-loja/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 19:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liquida Web</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Loja Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[números]]></category>

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		<description><![CDATA[O trabalho para uma loja online dar certo é o mesmo que em uma loja física, ou seja, muuuuito trabalho. Só que no caso do e-commerce os trabalhos são mais focados em números do que no corpo a corpo que acontece nas lojas de rua ou de shopping.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-253" title="NUMEROS" src="http://www.liquidaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/09/NUMEROS-272x300.jpg" alt="NUMEROS" /></p>
<p>O trabalho para uma loja online dar certo é o mesmo que em uma loja física, ou seja, muuuuito trabalho. Só que no caso do e-commerce os trabalhos são mais focados em números do que no corpo a corpo que acontece nas lojas de rua ou de shopping.</p>
<p><span id="more-246"></span><br />
Uma loja só dá certo se seus gestores souberem o que estão fazendo realmente e não ficarem testando no escuro o que aprenderam na faculdade, pós graduação ou mestrado. Para saber o que fazer no e-commerce é necessário analisar com carinho os milhares de números que sua loja irá gerar através de um bom web analytics.</p>
<p>Por isso lhe pergunto, você ou responsáveis da loja VIVEM os números da loja? Digo viver os números porque é isso mesmo que os gestores tem que fazer, acompanhar a cada momento a mudança de cada número e com isso saber onde pode estar o problema quando acontecer.<br />
Abaixo cito alguns números que não podem sair da cabeça do gestor da loja:</p>
<p>• Visitas;<br />
• Visitantes;<br />
• Taxa de rejeição;<br />
• Conversão visita x pedido;<br />
• Índice de novos e antigos visitantes;<br />
• Conversão visita x pedido por tipo de visitante;<br />
• Conversão pedido x venda;<br />
• Visita por fonte de tráfego;<br />
• Conversão visita x pedido por fonte de tráfego;<br />
• ROI (retorno sobre investimento) por fonte de tráfego;<br />
• Visita por cidade e estado;<br />
• Conversão carrinho x pedido por cidade e estado;<br />
• Conversão visita x pedido por cidade e estado;<br />
• Buscas mais realizadas;<br />
• Departamentos ou categorias mais visitadas;<br />
• Conversão departamento x pedido com produtos do departamento;<br />
• Conversão visita produto x pedido produto;<br />
• Ticket médio;<br />
• Faturamento por fonte de tráfego;<br />
• Faturamento total;</p>
<p>Acho que prá começar já esta bom. Um bom gestor deve conhecer estes números históricamente, para que em momentos de queda ou aumento possa rapidamente trabalhar para melhorar a loja em pontos que estão fracos ou bons.</p>
<p>Geralmente, uma possivel crise deve afetar mais os grandes do que os pequenos, disse isso pois sei que a GRANDE maioria não faz bem o trabalho de casa e reclama do mercado, da concorrência… Se sua loja arrumar a casa, certamente irá ampliar sua receita e não sentirá a crise chegar, pois, provavelmente irá pegar os clientes da concorrência</p>
<p>Por: Liquida Web</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>E-commerce brasileiro fatura R$ 4,8 bilhões</title>
		<link>http://www.liquidaweb.com.br/index.php/2009/09/21/e-commerce-brasileiro-fatura-r-48-bilhoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 19:52:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liquida Web</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[O comércio eletrônico brasileiro cresceu 27% no 1º semestre de 2009, se comparado ao mesmo período do ano passado. O faturamento foi de R$ 4,8 bilhões, conforme 20ª edição do Relatório WebShoppers realizado pela consultoria e-bit, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). Este estudo não contabiliza vendas online de passagens aéreas, automóveis e operações de leilão virtual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-239" title="faturamento" src="http://www.liquidaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/09/faturamento1.jpg" alt="faturamento" />O comércio eletrônico brasileiro cresceu 27% no 1º semestre de 2009, se comparado ao mesmo período do ano passado. O faturamento foi de R$ 4,8 bilhões, conforme 20ª edição do Relatório WebShoppers realizado pela consultoria e-bit, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). Este estudo não contabiliza vendas online de passagens aéreas, automóveis e operações de leilão virtual.</p>
<p><span id="more-237"></span></p>
<p> </p>
<p>O tíquete médio das compras no comércio online foi de R$ 323 no período, 5% a mais que 2008. Este aumento no valor deve-se a procura por produtos mais caros nas lojas virtuais como itens de Informática e Eletrodomésticos.</p>
<p>Com a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) houve um aumento de 13% no volume de pedidos de Eletrodomésticos. Muitas pessoas aproveitaram os descontos do IPI para antecipar a compra deste tipo de produto, já que os preços reduziram até 20%. Esta categoria sempre esteve na 4ª ou 5ª posição no ranking de produtos mais vendidos no e-commerce, em junho de 2009 ficou na 2ª colocação.</p>
<p>Os produtos mais vendidos no 1º Semestre foram livros e assinaturas de revistas e jornais, seguidos por itens de saúde, beleza e medicamentos, informática, eletrodomésticos e eletrônicos, segundo dados divulgados pela e-bit.</p>
<p>Para o 2º Semestre há uma previsão que o faturamento seja de R$ 5,8 bilhões, já que o período corresponde a 55% do total das vendas do e-commerce. O fechamento anual deve ser de R$ 10,6 bilhões, 28% a mais que 2008. O bom desempenho no 2º Semestre deve-se as datas comemorativas como o Dia dos Pais, Dia das Crianças e o Natal, que é a época que mais vende pela internet.</p>
<p>O levantamento mostra ainda que 86% dos e-consumidores estão satisfeitos com as compras na web, este dado foi apurado junto ao Movimento Internet Segura (MIS).</p>
<p>Outra informação importante é que as grandes empresas estão perdendo participação no mercado, cerca de 5,5% a menos, o que oferece oportunidades para pequenas e médias empresas. A participação do grupo B2W, formado pelo Submarino e Americanas.com neste 1º Semestre foi de 36%, em 2008 era de 41,5%. Grandes players do mercado entraram na net como o Wal-Mart e as Casas Bahia, o que deixou o segmento ainda mais concorrido</p>
<p>Por: Liquida Web</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O amadurecimento do comércio eletrônico</title>
		<link>http://www.liquidaweb.com.br/index.php/2009/09/18/o-amadurecimento-do-comercio-eletronico/</link>
		<comments>http://www.liquidaweb.com.br/index.php/2009/09/18/o-amadurecimento-do-comercio-eletronico/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 20:35:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liquida Web</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[O e-commerce mundial está amadurecendo. Alguns sinais nos mostram que os empreendedores digitais estão se profissionalizando e profissionalizando a sua equipe. Outros indicam claramente que só a loja virtual não basta para atingir o público e concretizar uma venda. Desde o início do comércio eletrônico, várias ferramentas surgiram para divulgar o seu produto de maneira eficaz, como comparadores de preço, links patrocinados, SEO, mas é agora que o assunto está alcançando um lugar de destaque no planejamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-223" title="amadurecimento" src="http://www.liquidaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/09/amadurecimento-300x288.jpg" alt="amadurecimento" /></p>
<p>O e-commerce mundial está amadurecendo. Alguns sinais nos mostram que os empreendedores digitais estão se profissionalizando e profissionalizando a sua equipe. Outros indicam claramente que só a loja virtual não basta para atingir o público e concretizar uma venda. Desde o início do comércio eletrônico, várias ferramentas surgiram para divulgar o seu produto de maneira eficaz, como comparadores de preço, links patrocinados, SEO, mas é agora que o assunto está alcançando um lugar de destaque no planejamento.</p>
<p><span id="more-221"></span></p>
<p>Os sistemas oferecidos estão caminhando para um nivelamento entre os concorrentes, todos possuem capacidade igual de:</p>
<ul>
<li>Apresentar o produto</li>
<li>Calcular preços, descontos e frete</li>
<li>Carrinho de compras e lista de desejos</li>
<li>Newsletter / Email Marketing</li>
<li>Pesquisa direta ou por categoria</li>
<li>Selos de segurança</li>
<li>Tipos de pagamento variados</li>
<li>Oferecer produtos relacionados</li>
</ul>
<p>Então, todo o mercado de varejo a diferenciação estará no serviço prestado ao cliente, ou seja, a experiência do cliente antes, durante e depois da compra.</p>
<p>Outro indício de amadurecimento da área é a quantidade de informação que é disponibilizada todo dia. Eu acompanho as notícias e os assuntos relacionados diariamente e vejo que cada vez mais pessoas se propõem a estudar o e-commerce no Brasil e no resto do mundo. Isso ajudará a acabar com o mito da falta de segurança no processo. O brasileiro não é tão desconfiado mas, quanto se trata de perder dinheiro, todos nós possuímos ressalvas. Porém, o que mais ouço dos profissionais de segurança é que é mais seguro utilizar um banco pela internet do que ir na agência&#8230; Não demorará muito para que o grande público perceba isso.</p>
<p>Portanto, é de responsabilidade das lojas virtuais e outros empreendimentos on-line ensinar o internauta a utilizar de maneira eficaz os recursos que a rede nos disponibiliza, devemos formar os nossos heavy users, o campo no Brasil é vasto e povo brasileiro adora novidades</p>
<p><a href="mailto:contato@jornaldoe-commerce.com"><strong><span style="color: #000000;">Roberto de Jesus Oliveira</span></strong></a><span style="color: #000000;"> é programador web e trabalha com tecnologia da informação desde 1995. Estudioso de comércio eletrônico no Brasil e atual responsável pelo site Jornal do E-Commerce. Atua como consultor de novos projetos tecnológicos e Social Media Marketing no eixo RJ/SP. Também escreve no Jornal do E-Commerce.com &#8211; www.jornaldoe-commerce.com Twitter: @varejovirtual</span></p>
]]></content:encoded>
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