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	<title>Lojas Virtuais Liquida Web. Crie sua Loja virtual completa. &#187; publicidade</title>
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	<description>Lojas virtuais Liquida Web. Adesão Grátis, mais de 10 formas de pagamento e hospedagem inclusa. Adquira já a sua loja virtual e comece a vender.</description>
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		<title>A lei da Relevância na comunicação empresa-consumidor</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 20:41:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liquida Web</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
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		<category><![CDATA[relevância]]></category>

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		<description><![CDATA[Em cena do célebre filme O Nome da Rosa, o personagem de Sean Connery descobre uma biblioteca secreta no convento onde estava: o acesso à informação era algo quase que pecaminoso. Felizmente, esse tempo já acabou. Ao contrário do que ocorria até alguns anos atrás, o problema pelo qual passamos hoje não é mais o difícil acesso à informação, mas sua sobrecarga.

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-331" title="comunic" src="http://www.liquidaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/10/comunic.gif" alt="comunic" width="521" height="307" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em cena do célebre filme O Nome da Rosa, o personagem de Sean Connery descobre uma biblioteca secreta no convento onde estava: o acesso à informação era algo quase que pecaminoso. Felizmente, esse tempo já acabou. Ao contrário do que ocorria até alguns anos atrás, o problema pelo qual passamos hoje não é mais o difícil acesso à informação, mas sua sobrecarga.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-328"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os estimados 100 bilhões de neurônios de que dispomos parecem não ser suficientes para armazenar a quantidade de informações que recebemos dia a dia. O excesso de estímulos pelos quais passa nosso cérebro confunde o hipocampo &#8211; região onde acontece o processo de memorização e, com isso, fica cada vez mais difícil as informações serem armazenadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante de tantas informações, como conseguimos lidar com todos esses dados? Simples: ignorando a maioria deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Conhecido como Lei de Miller, um artigo proposto em 1956 pelo psicólogo norte-americano George Miller revela que nosso cérebro só consegue se concentrar em cinco a nove informações por vez.</p>
<p style="text-align: justify;">A exposição a que somos submetidos diariamente já passou desse limite há vários anos. Diante desse fato, como um mecanismo de defesa, nosso cérebro, anestesiado, ignora e descarta tudo o que não gera profundo interesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa &#8220;crise de atenção&#8221; é um fenômeno cada vez mais comum nas grandes cidades. Fato preocupante para anunciantes, obriga agências a se desdobrarem das maneiras mais insólitas para a veiculação de uma mensagem e para se fazerem notar. É lógico que as ações advindas do desejo de ser notado geram peças publicitárias maravilhosas e outras de gosto bem duvidoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas empresas ainda insistem em veicular anúncios na internet que interrompem bruscamente nossa navegação e nos fazem fechar pop-ups ou ignorar mensagens pela raiva de não ter o nosso simples desejo de navegar e ler em paz o conteúdo que nos interessa.</p>
<p style="text-align: justify;">O marketing de interrupção, assim chamado por Seth Godin, está obtendo cada dia resultados menos expressivos. Uma nova maneira de abordagem começa a ser necessária, e essa se chama marketing de permissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Intrometer-se entre a vontade do consumidor de ver um determinado conteúdo e o próprio conteúdo, como fazem pop-ups, comerciais de TV, comerciais de rádio, anúncios em páginas de revistas e outros meios, estão surtindo um resultado cada vez menor.</p>
<p style="text-align: justify;">Parece um caminho sem volta &#8211; quanto mais nos esforçamos para que o consumidor nos enxergue, mais geramos ruído na comunicação e tornamos cada vez mais difícil nos fazermos notar. A solução, porém, pode ser mais simples do que parece.</p>
<p style="text-align: justify;">O princípio para driblar a &#8220;crise de atenção&#8221; reside em veicular aos consumidores a mensagem certa, exclusivamente confeccionada para seus desejos e suas necessidades, no momento adequado e no lugar certo. A palavra-chave é &#8220;relevância&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeira instância, pode parecer complexo cumprir a exigência de não interromper o usuário em sua navegação e apresentar somente anúncios relevantes e de seu interesse. Isso é ainda mais desafiador se não dispusermos de um poderoso database marketing ou um complexo sistema de CRM, completamente integrados aos sistemas de sua empresa. Felizmente, com a economia digital e seu representante mais legítimo, a internet, satisfazer seus consumidores hoje é tecnologicamente acessível e possível a anunciantes de todos os portes. Desse modo, acessível não quer dizer realizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada pior para um anunciante do que o consumidor esquecer-se de seu caro e esmerilhado anúncio. Com a quantidade de estímulos a que somos expostos a todo momento, isso não é tão incomum. Isto considerando-se que a humanidade produziu nas últimas três décadas mais informações do que nos últimos cinco mil anos. O dado é preocupante para quem quer fazer com que uma mensagem destaque-se em meio ao caos de dados que trafega bem diante de nosso nariz.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a sociedade digital e suas ferramentas, o processo de produção e armazenamento de informações foi levado ao extremo. Processadores são substituídos com a mesma rapidez com que um chinês compra um celular, sempre nos deixando com a desagradável sensação de &#8220;tem-uma-festa-melhor-em-outro-lugar&#8221;. De acordo com o fundador da Intel, Gordon Moore, &#8220;a capacidade de processamento dos computadores dobra a cada 18 meses&#8221;, o que ficou conhecido como Lei de Moore &#8211; a previsão de avanço tecnológico que tem se mantido mais fiel à realidade das últimas décadas. Uma observação interessante é que Moore propôs essa lei em abril de 1965, e parece ser bem válida até o momento.</p>
<p style="text-align: justify;">O reflexo da citada lei em nosso cotidiano é gritante. Quanto maior a capacidade de processamento dos computadores, maior também a capacidade de guardar informações e despejá-las em nossa rotina &#8211; informações para todos os gostos e de todos os tipos. O consumidor hoje recebe mais informações do que pode assimilar ou lembrar. A atenção virou uma commodity escassa, simplesmente porque há estímulos em demasia concorrendo por ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Na mais clara aplicação da lei de oferta e demanda, o consumidor escolhe aquelas que deseja e desdenha as demais, que se esfalfam para chamar sua atenção em vão. Há muitas informações, contudo, o tempo para processá-las continua o mesmo: o cérebro, asfixiado diante de tão grande volume de estímulos, opera em percepção seletiva e só retém a pequena quantidade que parecer relevante. Em vista disso, agências e empresas devem perceber que o nome do jogo mudou e a relevância se tornou a palavra de ordem &#8211; bom para a agência, bom para o consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">Por: <strong>Conrado Adolpho</strong> é palestrante, especialista em marketing digital e escritor. Sua formação vem de faculdades como ITA e Unicamp. Atualmente é diretor da Publiweb &#8211; Marketing e Consultoria Digital. www.conrado.com.br</p>
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		<title>Um trilhão de páginas! Haja marketing digital.</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 19:13:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liquida Web</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade On-line]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Um trilhão! Este é o número de páginas da Web indexadas pelo Google, segundo informações da própria empresa.  Mas vamos ser conservadores e imaginar que o número real seja apenas um por cento disso, ou seja, dez bilhões de páginas! Mesmo assim, é uma quantidade gigantesca, o que nos leva a uma pergunta crucial: como fazer para que um site seja encontrado em meio a esse oceano de concorrentes? Vamos ver quais são os prós e contras das principais estratégias de marketing digital.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-275" title="mkt" src="http://www.liquidaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/09/mkt.jpg" alt="mkt" />Um trilhão! Este é o número de páginas da Web indexadas pelo Google, segundo informações da própria empresa.  Mas vamos ser conservadores e imaginar que o número real seja apenas um por cento disso, ou seja, dez bilhões de páginas! Mesmo assim, é uma quantidade gigantesca, o que nos leva a uma pergunta crucial: como fazer para que um site seja encontrado em meio a esse oceano de concorrentes? Vamos ver quais são os prós e contras das principais estratégias de marketing digital.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-274"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inserção nos sites de busca.<br />
</strong>Essa continua a ser a mais importante e a mais barata forma de divulgação na Web, afinal, quem mais poderia encontrar sua página em meio a bilhões de outras, senão um site de busca como o Google? A otimização de sites é trabalhosa e exige conhecimento, além disso, a competição pelo topo é cada vez mais intensa. No entanto, uma posição top 10 (primeira página) no Google pode significar milhares de visitantes por dia sem nenhum custo direto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E-Mail Marketing<br />
</strong>O uso do email continua sendo a atividade preferida dos internautas e um bom trabalho de email marketing pode trazer muitos visitantes para o site. O complicador dessa estratégia continua sendo o famigerado spam que força os provedores a dificultarem o acesso ao Internauta, não somente por parte dos spammers, mas também dos comerciantes sérios que desejam se comunicar com seus próprios clientes. O envio regular de uma newsletter , embora demande a renovação freqüente de conteúdo, causa um excelente retorno em termos de fidelização e branding.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Anúncios em Banners &#8211; pay per view�<br />
</strong>A grande dificuldade de se anunciar nesse sistema é uma relação custo/benefício geralmente desfavorável para o pequeno anunciante. Além disso, essa estratégia passou a perder espaço para o sistema pay per click, mais vantajoso em termos de controle e de resultados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Anúncios em links patrocinados &#8211; pay per click<br />
</strong>O sistema de anúncios PPC, pagamento por clique, representam a evolução dos anúncios na Internet. A estratégia tem como grande vantagem um melhor custo/beneficio e uma grande facilidade de gerenciamento, mas pode não ser viável para produtos de baixo valor unitário ou de baixa taxa de conversão em razão da dificuldade de se atingir o ponto de equilíbrio entre o custo do clique e o lucro obtido com a venda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Programa de afiliados<br />
</strong>É uma ótima maneira de se gerar vendas e deve se consolidar no Brasil, assim como ocorreu em outros países. O empecilho ainda é a inexistência de software de gerenciamento de afiliados, ou provedores desse tipo de solução no mercado nacional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Marketing Viral</strong><br />
É bastante interessante para produtos que ofereçam algum tipo de apelo que possa instigar o interesse dos internautas. Exige competência e muita criatividade, mas pode representar uma grande sucesso para produtos específicos, como ocorreu com o hotmail , por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Redes Sociais<br />
</strong>É a mais recente novidade do marketing digital e faz todo sentido na medida em que as redes sociais como Orkut, Facebook, Twitter, My space, entre outras, são o ponto de encontro das pessoas na era da Internet. Mas é necessário ainda um tempo de maturação, com mais experiências bem sucedidas, para que se desenvolvam as melhores práticas no setor.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante frisar que uma mesma estratégia pode propiciar resultados diferentes, conforme o segmento de atuação e produtos comercializados, portanto, todas as estratégias devem ser testadas até se descobrir as mais viáveis em cada caso. O importante é que não faltam alternativas intessantes de marketing digital para que o empreendedor consiga trazer muitos visitantes para o seu site.</p>
<p style="text-align: justify;">Por: Dailton Felipini é mestre e graduado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. Consultor, especialista em e-commerce, palestrante editor do site <a href="http://www.e-commerce.org.br/">www.e-commerce.org.br</a> .</p>
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		<title>Internet é coisa para criança!!!</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 19:48:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liquida Web</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade On-line]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[interatividade]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[poder de compra]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já parou para se perguntar quais são os métodos que os profissionais de marketing utilizam para atingir o público infantil no meio online? Ou então, quais são os fatores que tornam a Internet atraente para crianças e adolescentes?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-66 aligncenter" title="crianca" src="http://www.liquidaweb.com.br/wp-content/uploads/2009/09/crianca.gif" alt="crianca" /></p>
<p>Você já parou para se perguntar quais são os métodos que os profissionais de marketing utilizam para atingir o público infantil no meio online? Ou então, quais são os fatores que tornam a Internet atraente para crianças e adolescentes?</p>
<p><span id="more-49"></span></p>
<p>Algumas das possíveis respostas incluem:</p>
<ol>
<li>Ficar online tem sido uma atividade comum entre os pequenos;</li>
<li>Crianças têm navegado sem supervisão de adultos (hmm, isso pode não ser muito bom);</li>
<li>Crianças, hoje, têm um enorme poder de compra;</li>
<li>Crianças estão mais propensas a aceitar as informações que encontram, sem grandes contestações.</li>
</ol>
<p>Alguns pontos destacam-se quanto ao papel da Internet como um meio para impactar crianças e adolescentes:</p>
<ul>
<li>A publicidade na Internet não conhece fronteiras nacionais;</li>
<li>A Internet trabalha com crianças de forma interativa, permitindo-lhes reagir ao conteúdo apresentado;</li>
<li>Na Internet, as empresas criam sua própria programação, construindo ambientes totalmente online e associando-os aos seus próprios produtos. Assim é possível estabelecer fidelidade à marca e coletar informações sobre clientes, atuais e futuros;</li>
<li>O marketing online é tão integrado ao conteúdo de um site infantil que as linhas entre a publicidade, entretenimento e informação são tênues;</li>
<li>Os anunciantes de Internet podem coletar dados sobre usuários específicos, através da utilização de formulários de inscrição online, testes e pesquisas &#8211; ou através de cookies, obtendo as métricas necessárias para o entendimento do universo infantil online.</li>
</ul>
<p>Vamos conhecer algumas táticas de abordagem. Dividi em duas categorias: táticas conceituais (bônus) e táticas online, &#8220;operacionais&#8221;.</p>
<p><strong>Táticas conceituais</strong></p>
<p>Como vender o estilo de vida, hábitos e imagens adequadas (dicas tanto para meio online quanto offline):</p>
<ul>
<li><strong>Família/criança/adolescente ideal:</strong> tudo deve parecer perfeito: entrosamento, boas aparências, todo mundo usando a última moda em Paris.</li>
<li><strong>Diversão em família:</strong> o produto/serviço deve ser encarado como algo que reúne a família, em clima de diversão e entretenimento.</li>
<li><strong>Testemunho de celebridades:</strong> Se você é criança e seu ídolo lhe diz para fazer algo&#8230; Você vai fazer. E dificilmente vai desconfiar que ele está sendo (muito bem) remunerado para tanto.</li>
<li><strong>Junte-se à multidão:</strong> Não fique de fora. Lembra do &#8220;eu tenhooooo, você não teeeeem!&#8221;? Mas não abuse, esse comercial foi parar nos autos do Conar.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Fatos e fotos:</strong> Se o <a href="http://www.toymagazine.com.br/images/imagem_grande/pelucia_backy_tyrone.jpg">Tyrone</a> diz que aquele tênis é bom, então é bom. Mas se você usar estatísticas, dará ainda mais credibilidade ao seu produto.</li>
<li><strong>Repetições:</strong> Compre batom. Compre batom. Compre batom. Compre batom.</li>
<li><strong>Apelo emocional:</strong> Sabe aquele videozinho que você assiste no youtube e faz &#8220;ohnn&#8221;? Crianças, especialmente jovens mocinhas, adoram.</li>
<li><strong>Personagens de cartoon:</strong> dispensa comentários.</li>
<li><strong>O quão Pop você é: </strong>nenhuma criança gosta de ser chamada de &#8220;nerd&#8221;. Nem os nerds. </li>
</ul>
<p>(Pessoal, quero deixar bem claro que não sou a favor e nem contra essas &#8220;manobras&#8221;. Estamos falando aqui do que vende e do que não vende. Afinal, marketing trata de vendas e dinheiro. Se as crianças virarão monstrinhos, é uma outra história).</p>
<p><strong>Táticas online</strong></p>
<ul>
<li>Games interativos;</li>
<li>Screensavers para downloads;</li>
<li>Postcards para enviar por email;</li>
<li>Clubes e associações, em hotsites;</li>
<li>Concursos online;</li>
<li>Banners para outros sites do gênero;</li>
<li>Links &#8220;envie para um amigo&#8221;.</li>
</ul>
<p>Não se esqueça de mostrar que seu website ou qualquer outra iniciativa online é responsável, ou seja:</p>
<ul>
<li>Os anúncios online são facilmente identificáveis;</li>
<li>Pais e filhos entendem a natureza comercial do website;</li>
<li>Parceiros e patrocinadores são descritos e expostos com clareza;</li>
<li>Política de privacidade clara.</li>
</ul>
<p><a href="mailto:marcela.daniotti@gmail.com"><strong>Marcela Daniotti</strong></a> é graduada em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Cásper Líbero e especializada em Gestão de Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Hoje atua na CLM Software como analista de marketing.</p>
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